Bem Brasil cresce e aparece nas principais capitais do país

Bem Brasil já ocupa o 58º lugar no ranking da Revista Exame para pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil. Em 2012, a maior fábrica de batatas pré-fritas do país aparecia pela primeira vez no ranking da revista de negócios ocupando o 196º. No âmbito regional – MG, ES, GO, a colocação é o 7º lugar.

Pelo segundo ano consecutivo, a revista identifica seu crescimento, evidenciando a expansão gradual e sustentável da empresa. A notícia vem referendar a pesquisa recente, realizada pela EDC, consultoria especializada na área de alimentação, onde a Bem Brasil já ocupa o segundo lugar no volume de vendas ao segmento de food service e fast food. “Quando o trabalho que vimos realizando há muito tempo começa a se evidenciar para o mercado como um todo, entendo que esta seja a melhor resposta que damos aos nossos parceiros de jornada. A Bem Brasil sabe que esse posicionamento identificado pelo mercado é uma resposta de trabalho conquistada por toda a cadeia produtiva da batata, não só da empresa”, comemora João Emílio Rocheto, diretor-presidente da Bem Brasil.

As regiões metropolitanas pesquisadas pela consultoria se destacaram pelo domínio de mercado, em primeiro lugar, e em seguida, por mercados potenciais. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, vêm em primeiro lugar, concentrando 73% do contexto analisado. Recife, Brasília e Porto Alegre são considerados mercados em crescimento.

A análise de mercado mapeou os segmentos de food service e fast food, que são o foco de venda de pelo menos 90% da produção da empresa, a maior evidência é a de que, com apenas seis anos de vida, a Bem Brasil já está em segundo lugar, dentre as marcas mais vendidas nas principais capitais do país – São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, Recife, Brasília e Porto Alegre. “É uma resposta fantástica para esse mercado estratificado por grandes marcas mundiais e seculares!”, analisa o consultor Enzo Donna, da ECD, empresa especializada e que realizou o estudo. A percepção de mercado, o reconhecimento de marca e a preferência do food service e fast food são itens de relevância na pesquisa realizada pela Consultoria ECD.

Dentre os 165 estabelecimentos pesquisados, 48% referem-se a lanchonetes e restaurantes à la carte. Destes, 32% dividem-se entre restaurantes de auto-serviço ( a kilo), e padarias. Redes de fast food, hotéis e cozinha industrial concentram 20% do universo pesquisado.

Presença de marca precoce

Quando a fábrica da Bem Brasil começou a ser instalada no município de Araxá (MG), em 2005, o país vivia os efeitos dos escândalos políticos do “mensalão”, mas também usufruía de um momento positivo na economia, com bons índices na balança comercial, a moeda valorizada e a inflação sob controle, graças à emissão de títulos e a captação de dinheiro no Exterior.

Em 2006, na ocasião da inauguração da indústria, via-se a situação econômica do país se inverter. Naquele ano, a economia, segundo o IBGE, cresceu apenas 0,5%. “Ser empresário no Brasil é uma aventura, mas a gente sabe disso e se ampara sempre em pesquisas e estudos permanentes, para não correr riscos desnecessários”, esclarece João Emílio Rocheto, diretor presidente da empresa.

Em 2012, a empresa vivenciou a crise de importação dos produtos que vinham da Argentina, e pôde ganhar mercado. “Essa questão logística e aduaneira no Brasil é recorrente, de tempos em tempos. O fato é que para o produto importado chegar até aqui, sempre demora mais de 60 dias, se tudo der certo”, explica Rocheto.

Naquele momento evidenciou-se que o lastro da fábrica brasileira, diante da concorrência estrangeira, é a oferta segura de matéria-prima, já que 80% vêm da Fazenda Água Santa, no município de Perdizes, vizinho a Araxá. A fazenda é considerada a maior área de plantio de batatas do país. “Mas não é só isso que nos impulsionou para entrar nesse segmento”, explica Rocheto. “O clima brasileiro propicia colheitas a cada 180 dias, coisa que os concorrentes internacionais não conseguem vencer, pois sua produção sempre estará sujeita a invernos rigorosos e à falta de uma área tão grande de produção da matéria prima”.

“De olho no peixe e no gato”

O mercado Brasileiro de batata pré-frita congelada, com mais de 300.000 toneladas ano, é considerado um campo promissor. A concorrência é acirrada, por se tratar de uma commodity e pelo mercado ser dominado por produtos importados, onde os concorrentes são marcas seculares. Estima-se um crescimento de 10% ao ano, entre 2012 e 2013 e também, nesse mesmo patamar, para 2014.
“O que sempre soubemos é que o mercado de batata pré-frita congelada movimenta cerca de R$ 1 bilhão ao ano, o equivalente a mais de 300 mil toneladas. Desse total, 85% são consumidas pelo setor de alimentação fora do lar (“food service”)”, delineia Juliana. A potencialidade de crescimento nas capitais nordestinas, e notadamente, dentre as redes de fast food é contemplada”, encerra. Juliana Monteiro diz que as respostas decorrentes do estudo ainda não estão totalmente concluídas, o que ela sabe, entretanto, é que esses dados externados pela consultoria surpreendeu a todos, positivamente.

Antes e depois

O mercado que a Bem Brasil vislumbrava seis anos atrás, hoje é momento presente. Apesar dos pesares brasileiros, como oscilações na economia, intempéries políticas e as dificuldades com logística, mão de obra e carga tributária, o consumo de batatas pré-fritas emerge acima de tudo isso.

O crescimento do mercado está atribuído à vida moderna e à ascensão de classes. Atualmente, as mulheres se dividem entre a vida profissional e os cuidados da família, buscando maior praticidade no dia a dia, e há uma nova legião de consumidores diante do aumento da renda e do emprego formal. Mais de 30 milhões de brasileiros passaram para as classes A, B e C, na última década.

As compras de batata pré-frita congelada nas cidades pesquisadas evidenciam uma mudança de escolhas no food service e fast food. A compra exclusiva de batatas in natura já não aparece na pesquisa de BH, RJ e BSB. Nas demais regiões, esta opção de compra é mesclada.

As redes de fast food ainda são as maiores consumidoras de batatas pré-fritas congeladas, mas a pesquisa mostra mudanças em curso nos segmentos Cozinha Industrial, lanchonetes e padarias. Mercados potenciais para novos investimentos são as lanchonetes, as padarias e as cozinhas industriais.

  • Na preferência dos canais, a marca Bem Brasil ganha destaque nos Restaurantes Auto Serviço, Lanchonetes e Redes de Fast Food.
  • Em Padarias, a La Carte e Hotéis, a marca tem espaço para crescer.

Dentre os motivos que justificam a opção da batata in natura, aparecem “exigência do preparo”, “preço” e “saudabilidade”. “O principal fator é o tipo de preparo, que retrata hábitos arraigados à cultura gastronômica, por exemplo”, conclui Donna.. “Nos EUA , por exemplo, seria inimaginável comprar batatas in natura para o dia a dia de um restaurante, ou mesmo em casa!”,

Sobre a Bem Brasil

A Bem Brasil está no ranking das pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil, da Revista Exame, dentre um universo de 200 pesquisadas. “Chegamos ao mercado há seis anos, temos adotado uma política racional, analisando cada passo que damos, com cautela, respeito e principalmente, dedicação e muito trabalho. Um negócio sustentável, que promova a prosperidade e a eficiência em toda a rede de colaboradores, parceiros e distribuidores, é o nosso eixo referencial, sobre o qual deveremos permanecer nessa nova fase que já vivemos. Nada muda na gestão de uma política sustentável, pois sabemos que o plantio, no sentido figurado e literal, é uma escolha, mas a colheita é o resultado inquestionável de nossas ações passadas” – João Emílio Rocheto, diretor presidente da Bem Brasil. www.bembrasil.ind.br


Sandra de Angelis
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